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Expresso Milles

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Manter a manutenção do seu caminhão em dia é essencial para tê-lo sempre pronto para pegar a estrada e evitar problemas mecânicos durante as viagens. E não é nenhum segredo que a escolha certa do óleo para motor diesel faz toda a diferença em seu desempenho e na prevenção de desgastes.

 

Se para carros de passeio o lubrificante já é importante, para o caminhoneiro, deve ser uma preocupação constante. Afinal, seus veículos rodam por quilômetros sem paradas e enfrentam horas de trânsito nas estradas e cidades para completarem seus fretes.

 

Isso sem falar nas particularidades dos motores diesel, geralmente, mais complexos. Portanto, se você pretende manter seu caminhão com a melhor performance e segurança, confira neste post como escolher o melhor óleo lubrificante para seu motor!

 

QUAIS SÃO OS TIPOS DE MOTOR DIESEL?

Quando falamos em motores diesel nos referimos ao tipo de ciclo de combustão com o qual o motor funciona. Diferentemente dos de “ciclo Otto”, os diesel trabalham sem velas de ignição.

Nestes, o ar é aspirado para dentro dos cilindros e pressionado ao extremo, até que atinja uma temperatura por volta de 800°C. Assim, quando o combustível (na maioria dos casos, o óleo diesel) é injetado, entra em combustão imediatamente.

Esses propulsores são usados, no Brasil, em veículos que precisam de maior potência e tração, como os comerciais e utilitários, além de máquinas e geradores. São divididos, basicamente, em duas categorias.

 

MOTORES DA LINHA LEVE

Os motores diesel de linha leve equipam, em nosso país, pick-ups, SUVs, vans e caminhões menores, como os chamados VUCs (Veículos Utilitários de Carga). São motores com injeção direta, com quatro ou seis cilindros em linha, entregando uma potência máxima aproximada de 250 cavalos.

 

MOTORES DA LINHA PESADA

Os da linha pesada são equipados com cilindros mais longos, o que proporciona maior potência, podendo chegar a cerca de 1.000 cavalos. São encontrados em versões de seis cilindros em linha, além dos V8 e V12 (oito ou 12 cilindros dispostos em forma de “V”).

Esses motores são turboalimentados e equipam veículos pesados como ônibus, carretas e cavalos mecânicos. Também são encontrados em tratores e máquinas, agrícolas e rodoviárias.

Como trabalham com pressão e temperaturas extremas, os motores diesel — principalmente os da linha pesada, mais complexos e com mais partes móveis — precisam de óleos lubrificantes de alta performance, específicos para cada modelo. O uso do produto errado pode causar danos irreversíveis a seus componentes.

 

COMO ESCOLHER O ÓLEO PARA MOTOR DIESEL?

Cada modelo de motor requer um tipo de lubrificante, por conta de suas características como o atrito das partes móveis, a temperatura ideal de funcionamento e a pressão no sistema de lubrificação. Conforme seu projeto de fábrica, a montadora testou e escolheu um ou mais óleos com especificações que suprissem as necessidades da mecânica do veículo.

Portanto, o ideal é seguir as recomendações da montadora do caminhão constantes no manual do proprietário. Dessa forma, não haverá erro e seu “bruto” terá assegurado o desempenho previsto no projeto de fábrica.

Falaremos, abaixo, sobre as principais especificações dos óleos lubrificantes, mostrando como identificá-las.

 

COMPOSIÇÃO DO ÓLEO LUBRIFICANTE

Os óleos lubrificantes são classificados em três tipos conforme sua composição: mineral, sintético e semissintético.

 

MINERAL

São os mais comuns e mais baratos. Totalmente feitos com derivados do petróleo, têm uma capacidade de lubrificação que pode ser menor, pois, por ser um produto natural, suas moléculas não são uniformes. Os fabricantes utilizam aditivos para tornar esses produtos mais estáveis, no entanto, sua vida útil é menor, exigindo trocas mais constantes.

 

SINTÉTICO

Os sintéticos são feitos em laboratório, por meio de engenharia química, o que proporciona o mais alto padrão de desempenho e durabilidade. Porém, por conta de toda essa tecnologia, são mais caros, mas ideais para uso severo, especialmente para caminhões que rodam mais em ambiente urbano.

 

SEMISSINTÉTICO

Os semissintéticos são misturas de óleos minerais e sintéticos (com um mínimo de 10%), produzidos para equilibrar os benefícios e as desvantagens de ambos. Por isso, têm preços mais baixos do que os sintéticos e conseguem entregar um desempenho melhor do que os minerais puros.

Em relação à composição, os minerais são os mais tradicionais. Assim, podendo escolher entre eles e os sintéticos ou os semissintéticos, é preferível gastar um pouco a mais e contar com as tecnologias mais avançadas. Pois, como dissemos, suas propriedades foram cientificamente elaboradas para que entregassem o melhor desempenho com o máximo de durabilidade.

Entretanto, é preciso ficar atento às especificações do óleo quanto a sua viscosidade e seu desempenho, pois mudanças nesses aspectos podem comprometer o funcionamento e a segurança do motor.

 

ESPECIFICAÇÕES DO ÓLEO

Os óleos lubrificantes são classificados, também, de acordo com suas características de viscosidade e de desempenho. Cada modelo de motor, por suas necessidades do projeto e de funcionamento, exigem óleos próprios para sua correta lubrificação.

No manual do proprietário do veículo são informadas as especificações ideais para seu motor, representadas por siglas e números. Veja, abaixo, o que elas significam.

 

VISCOSIDADE

As características de viscosidade do óleo são as responsáveis por mantê-lo com fluidez suficiente para alcançar todas as partes do motor no tempo certo e, ao mesmo tempo, proporcionar sua melhor performance.

Como as temperaturas do ambiente e, principalmente, do motor modificam a viscosidade do lubrificante, os fabricantes desenvolveram os chamados óleos multiviscosos, capazes de adaptarem-se a faixas de temperatura maiores.

A viscosidade de um óleo é expressa pela sigla SAE (Society of Automotive Engineers, ou Sociedade dos Engenheiros Automotivos) e um número. Quanto maior esse número, mais grosso o fluido. Um exemplo desse caso seria um óleo SAE 40.

Já os multiviscosos apresentam dois números separados pela letra “w”, representando a palavra “Winter” (inverno, em inglês), como no exemplo SAE 15w40. Assim, o primeiro número refere-se à viscosidade em temperaturas frias, na partida, e o segundo, quando o motor atinge sua temperatura ideal de funcionamento.

 

DESEMPENHO

As características de desempenho são informadas pelas siglas API (American Petroleum Institute, ou Instituto Americano de Petróleo, em inglês) ou ACEA (Association des Constructeurs Européens de l´Automobile, ou Associação dos Construtures Europeus de Automóveis, em francês).

Segundo a classificação da API, os óleos para os motores diesel são indicados pela letra “C” seguida de outra letra. Quanto mais avançada a segunda letra no alfabeto, mais moderno é o lubrificante.

Já pela norma ACEA, os motores diesel são divididos em “B” ou “C”, para linha leve, e “E” para pesados. Os óleos lubrificantes são classificados por números. Quanto maior o número, melhor seu desempenho.

Caso o produto indicado pela montadora no manual do veículo esteja obsoleto, é possível utilizar óleos mais modernos, com desempenho e características de viscosidade superiores. No entanto, o melhor a fazer é entrar em contato com a sua concessionária e tirar a dúvida.

Como vimos, a escolha do óleo para motor diesel é essencial para sua manutenção e para que suas características de funcionamento sejam preservadas. Portanto, seguir à risca as recomendações da montadora do seu veículo quanto às especificações e o tipo de lubrificante é a melhor opção para cuidar de seu caminhão.

 

 

Toda empresa que trabalha com o envio de produtos deve dar uma atenção especial ao rastreamento de carga. Isto porque, em caso de algo dar errado, é possível verificar o ocorrido e solucionar qualquer tipo de problema com maior eficiência e agilidade. Separamos 3 vantagens para você entender a importância de acompanhar e monitorar o transporte da carga.

 

1 – Maior Segurança: Adquirindo tecnologia para o monitoramento de cargas, você está investido em segurança! Tanto para a sua frota e trabalhador, quanto para o cliente que confiou em você para a entrega da mercadoria. O monitoramento aumenta a probabilidade da carga chegar até a entrega final, e sua empresa consegue: credibilidade com os clientes, redução de custos e aumento da eficiência no transporte.

 

2 – Maior credibilidade com os clientes: Oferecendo um acompanhamento em tempo real, você está entregando mais que uma simples entrega, está concedendo confiança e transparência, aumentando a credibilidade com os seus clientes.

 

3 – Aumento de lucros: Após o aumento da segurança para a carga e o motorista, aumentar a credibilidade com os clientes, naturalmente o seu lucro aumentará. Quando você escolhe uma tecnologia que apresenta vantagens significativas, isso reflete em ganhos e crescimento dos lucros, afinal o cliente passará a confiar mais em você e no transporte entregue.

Reportagem – Ralph Machado / Edição – Marcia Becker

 

(Agência Câmara Notícias) O Projeto de Lei 10683/18 pretende obrigar a União a construir apenas rodovias federais duplicadas. Além disso, o texto dá prazo máximo e improrrogável de dez anos, a partir da sanção da futura lei, para que as rodovias federais existentes até então sejam todas duplicadas.

 

Conforme a terminologia usada pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), “rodovias duplicadas são aquelas formadas por duas pistas com duas ou mais faixas para cada sentido, separadas por canteiro central, por separador rígido ou ainda com traçados separados muitas vezes contornando obstáculos”.

 

A proposta, do ex-deputado Nivaldo Albuquerque (PTB-AL), altera as leis 12.379/11, que dispõe sobre o Sistema Nacional de Viação (SNV), e 9.432/97, também conhecida como Lei de Cabotagem, que trata do transporte aquaviário. Além disso, revoga 33 leis e retira dispositivos de outras sete normas.

 

Segundo o autor da proposta, essas medidas tornarão a legislação mais efetiva e compatível com os direitos e as garantias fundamentais previstos na Constituição, além de garantir mobilidade e segurança à população, “sobretudo, diante dos alarmantes índices de assaltos e mortes nas estradas”.

 

Tramitação

 

A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

 

ÍNTEGRA DA PROPOSTA:

PL-10683/2018

O Projeto de Lei 10338/18 obriga a instalação de barreira de ar em caminhões de entrega urbana de produtos refrigerados. A proposta tramita na Câmara dos Deputados.

 

Segundo o projeto, apresentado pelo deputado Francisco Floriano (DEM-RJ), os equipamentos de controle de temperatura valem para caminhões que fazem entrega urbana de carnes, peixes, embutidos, alimentos congelados, resfriados, lácteos e fármacos (vacinas).

 

A proposta inclui ainda “todos e quaisquer produtos que dependam de controle de temperatura, quente ou fria, para sua conservação”.

 

A barreira de vento das cortinas de ar-condicionado protege ambientes internos de duas formas: com isolamento térmico do exterior e evitando a passagem de poeira e bactérias.

Fiscalização

 

Segundo Floriano, essas barreiras de ar já são utilizadas e obrigatórias nas portas de câmaras frias e armazéns, mas não nos transportes. “É impraticável a fiscalização. O maior problema é a abertura de portas durante as entregas e o tempo necessário para estabilização da temperatura após”, disse.

 

A proposta, para Floriano, vai garantir a qualidade dos produtos e reduzir o gasto das indústrias com indenizações e reposição de produtos que estragaram durante o trâmite de transporte até o consumidor final.

 

Tramitação

 

A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

 

INTEGRA DA PROPOSTA:

PL-10338/2018

 

Reportagem – Tiago Miranda / Edição – Roberto Seabra

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